29/09/08

O perfil esquizoide de um suposto ator

Pessoas frescas, elas existem e têm o dom de dispertar o ódio, o ódio
porque quem dentro de si é uma coisa e da boca pra fora grita outra pertuba a armonia do todo.
Vejamos o exemplo de um perfil no orkut que se diz ser de um ator da TV Record, ele reclama porque as pessoas vão atraz dele, o adicionam, querem ser amigos dele, ignorando o fato que as pessoas gostam em suas vidas pequenas e sofridas de serem especiais em alguma hora e quando desbarram com alguém da TV elas se sentem especiais.
Não entendo os valores psicologicos que a TV influencia nas pessoas para fazerem qualquer pessoa fútil ou despresível parecer um deus. As pessoas imaginam que uma pessoa que está na TV seja alguém especial e iluminado, não garanto que todos não sejam, mas a maioria das pessoas de TV são falsas, falsas porque a vida toda sonham e serem reconhecidas pelo o povo e quando são, o menospreza. Se esquecem que seu poder temporário vem do povo, o que seria de pessoas como Madonna se estivessem perdidas em uma selva? Ganhariam o que?
Artistas famosos no fundo do seu eu têm o que atraem para si, podem reclamar, chorar, gritar processar, matar por terem tantas pessoas que os acediam mas é isso que gostam e acabam atraindo para si, nós temos o que merecemos, portanto, reclamam para parecerem especiais.
Quem parece ser especial atrai mais a atenção, quem atrai mais a atenção vale mais, então é tudo questão de jogada. Quer chamar atenção? se faça de difícil!

Abaixo vamos ver ver o texto do suposto ator:
"Há controvérsias a respeito disso, mas independente delas, o que eu posso dizer é que tenho me sentido alguém um pouco, digamos, “atordoado”. E o motivo disso é a quantidade de pessoas desconhecidas que andam me aparecendo e me tratando como se eu as conhecesse há séculos. Na maior parte das vezes, sou até bem tratado – tirando uma ou outra criança que sai correndo - e me esforço pra que esse ou essa desconhecida também se sinta bem tratado(a) por mim, inclusive tiro fotos e dou autógrafos sempre que solicitado, mesmo sem saber muito bem o significado que essas coisas têm ou possam vir a ter um dia. Bem, o que estou tentando dizer é que de uns tempos pra cá meu orkut vem sofrendo uma invasão, diga-se de passagem assustadora, de rostos e nomes sobre os quais eu nunca tinha tido conhecimento antes. E esses nomes e rostos se comunicam comigo como se morassem na casa ao lado da minha e me conhecessem desde criança. Eles querem acreditar que são meus amigos, inclusive eles solicitam a minha amizade. Acredite, isso é estranho. Pois bem, sou daqueles que gostam de espalhar alegria por aí - como diria um amigo meu de verdade -, por isso acabei passando o último ano da minha vida aceitando as solicitações de amizades que recebia e tentando responder aos “amigos” virtuais que fui fazendo por aí. Mandei beijo e abraço, dei conselho amoroso e profissional, até pedido de casamento eu respondi (recusei, obviamente). Até que me vi numa situação desconfortável. Meu Orkut deixou de ser o meio de comunicação entre mim e meu amigos reais fisicamente distantes e passou a ser uma espécie de sessão de autógrafos hi-tech, um tipo de assessoria de imprensa personalizada, sei lá. Sei que num determinado momento, bati uma espécie de record (sem trocadilho com a empresa que trabalho), e cheguei à impressionante marca de 1.000 amigos (me senti zerando o Super Mário Bross pela primeira vez) e daí não deu mais pra aceitar solicitação de amizade de ninguém, nem de figurinha aleatória, nem de figurinha conhecida. Foi um bom momento pra refletir sobre a situação como um todo. Daí senti a necessidade de tentar fazer com que as coisas voltassem a ser aquilo que eram antes da avalanche de gente (uns que nem existem, inclusive) aparecer na minha vida virtual. E acabei excluindo da minha lista de amigos daqui do Orkut todos aqueles que não são de fato meus amigos. Sei que muitos ficaram ou ficarão chateados, alguns estão até sofrendo por causa disso, portanto, antes de continuar, peço sinceras desculpas a essas pessoas. Mas eu precisava fazer isso, e espero que todos entendam. Eu preciso ter uma vida real. Falar (ou teclar) com 100 pessoas bidimensionais no mesmo dia pode enlouquecer muita gente, alguém já deve ter escrito alguma coisa sobre isso em algum lugar, ou... Bem, eu escrevi isso aqui. E aproveito pra sugerir a essas pessoas excluídas (e que tiveram uma exclusão dolorosa) a buscarem também uma vida real. Por mais que você possa ver, ouvir, conversar ou até tocar numa pessoa, isso não significa que você a conheça realmente. E por mais que o Orkut, o MSN ou esses outros aparatos virtuais que estão surgindo te possibilitem viver coisas positivamente loucas com desconhecidos, pode ter certeza que muito dificilmente alguém que você viu na tevê vai estar aberto a isso. Portanto... deixe pra lá. Busque pessoas reais, ou ainda virtuais anônimos. Famosos, nunca. Se você for atrás daquele menino do colégio, daquela menina do ponto de ônibus, daquela mulher na barraca de cachorro-quente ou daquele maluco de terno e gravata, a chance de você se dar bem vai ser bem maior. E se você for atrás de um fake... Bem, eu nunca fiz isso."

Cantinho da perseguição

Eu não aguento mais ser perseguido pelo tal Akamai, esse japonês me persegue com vários outros nicks: fbstatic-a.akamaihd.net fbstatic-a.akamai.net, as veze até acho que esse akamai é um espião da presidente Dilma. Saia da minha vida Akamai! Não Aguento mais ver você na praia de Pitangueiras, morra!

Outra coisa que me persegue: toda hora no facebook aparece um dito link chamado "Pessoas que você talvez conheça", quando eu clico, ao olhar a lista eu penso que o nome deveria ser outro: Periguetes que você nunca viu na vida!

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