10/02/14

Blog da revista Veja apoia Bolsonaro em nome de Rodrigo Constantino

Eu me assustei muito quando eu vi um blog da famigerada revista Veja falando dos inúmeros predicados do deputado Bolsonaro, isso mesmo, aquele senhor que diz que filho gay se cura na base da porrada, aquele senhor que também disse que o filho dele não se casaria com uma mulher igual à Preta Gil pois ele teria boa educação e bons costumes...

Quem escreve o tal blog da revista Veja é um gordinho que parece um misto de Datena , Thierry Figueira e Afanásio Jazadji desenhados em uma bexiga inflada até o limite, o nome dele é Rodrigo Constantino, ainda por cima, em sua foto no referido blog, ele faz uma carinha de menino mau que soltou um peido e sentiu o cheiro, disfarçando com um sorriso constrangido. Que horror! Ele parece um lobisomem talhado na madeira nessa foto.

Vamos analisar qui , um trecho do blogueiro oleoso da revista Veja, repare como o seu talento literário se destaca de longe, mostrando uma fonte de conhecimento e uma bagagem cultural impar:


Reparem que ele usa da mesma tática superficial de todos os homofóbicos velados: faz  avacalhação e invoca o apelo ao ridículo quando pergunta quem vai ter lá ter medo de gays? Ou seja, a figura do gay para ela é tão irrelevante que merece ser subestimada. Para justificar o seu ponto de vista e arrebatar leitores tão ignorantes quanto ele, a nossa pérola da inteligência humana, o nobre Rodrigo Constantino, usa de palhaçada e sarcasmo.

Devemos lembrar ao catedrático e plenipotenciário Rodrigo Constantino, o blogueiro da Veja, que fobia não é somente medo. Fobia pode representar também aversão e aversão é o mesmo que repugnância invencível, animosidade, antipatia, nojo e asco, características essas que podem fazer qualquer pessoa mais exaltada atacar ou matar alguém. Alem do mais, a exemplificação dele é muito fraca, até uma criança faria melhor: primeiro que quem não curte quiabo não fica tentando promover leis para acabar com o hábito das pessoas que gostam de quiabo comerem quiabo, quem não curte quiabo não cria grupos de extermínio contra criadores quiabo, quem não gosta de quiabo não sai por aí dizendo que o quiabo está acabando com a família brasileira e por fim, quem não curte quiabo, não fica dizendo aos  apreciadores de quiabo que comer quiabo é abominação aos olhos de deus na bíblia. Logo uma pessoa normal que não aprecia quiabo, não merece ser chamada de quiabofóbica  pois a sua falta de gosto por quiabos não é um dos nortes da sua vida , a analogia entre não gostar quiabo e homofobia só pode ter vindo de alguém que analisa tudo de forma superficial , alguém que tem um cérebro constituído  por gosma de quiabo...

É muito engraçado quando o Rodrigo Constantino escreve: "O sujeito pode não gostar da ideia, ter até certa aversão espontânea à imagem de dois homens barbados se beijando. "

Claramente ele tem a intenção de trazer para o seu lado aquelas pessoas que acham estranho dois homens se beijando, quem acha estranho logo irá se achar homofóbico e dizer: poxa, tenho que ajudar esse cara contra esses gays que rotulam todo mundo de homofóbico.  Primeiro que nem todo gay tem barba, segundo que ele se mostra muito machista pois preferiu citar dois homens se beijando ao invés de suas mulheres se beijando, o que diga-se de passagem, excita muito homem hétero por aí.

Mas eu pergunto ao blogueiro oleoso da Revista Veja: Por acaso é gostoso, é delicioso ver um casal heterossexual se beijar em um local público a ponto de você escutar o o estalar de suas salivas sendo trocadas na boca??? 
Quando eu morava em São Paulo, era muito comum o trem do metrô que eu usava, parar na estação Consolação e receber vários alunos do colégio São Luiz que se beijavam na minha frentesem nenhum pudor, havia um casal específico  que adova se beijar arregalando os olhos para observar qual era a minha reação em frente a eles, um cio desgraçado. Eu me sentia mal em ficar vendo aquele casal trocando cuspe pela boca. Nem por isso eu fui taxado de heterofóbico. Eu não fui taxado de heterofóbico pois eu não saí daquele metrô para fazer um projeto de lei proibindo heterossexuais de se beijarem, eu não fui criar igrejas pregando que o amor heterossexual é a causa de todos os males do mundo. Eu simplesmente saí daquele trem e fui tocar a minha vida. Eu não quiser ser o fiscal da genitália aleia. 

Já o homofóbico, ele não pensa assim. Se ele ver em um trem dois homens se beijando, ele vai ficar falando que aquilo é errado durante séculos, vai querer juntar grupos de adolescentes para espancar quem faz isso, depois vai querer elaborar projetos de lei para evitar que gays tornem a se beijar, depois vai querer criar religiões que condenem os dois gays que se beijaram. Ou seja, é algo patológico pois mesmo o beijo não tendo o envolvido , ele vai ficar querendo lutar mentalmente contra aquilo por toda a sua vida, como se aquele homem beijando outro homem fosse a sua mulher adultera...
O homofóbico se sente o verdadeiro fiscal da  utilização do ânus masculino.

É um direito de qualquer um não gostar de ver pessoas exibindo afeto sexual em local público, porem não é direito do outro, querer usar de meios políticos, religiosos e violentos para escolher quem deve ou não exercer a sua sexualidade, todos nós pagamos os nossos impostos, temos nossas obrigações e devemos ter os nossos direitos. Se o hetero pode ostentar a sua vida sexual para todo mundo , o homossexual também pode e fim de papo.

Bom, o blogueiro Rodrigo Constantino deve ser mais um consumidor de macarrão Barilla e isso não irá mudar nunca, afinal de contas, homofobia é igual a religião: ninguém sabe o motivo de defender mas defende pois viu alguém defendendo, pronto e acabou. motivo científico não é necessário.
Fique em paz com o seu blog da revista Veja, forminha de modelagem barroca de capeta.



Cantinho da perseguição

Eu não aguento mais ser perseguido pelo tal Akamai, esse japonês me persegue com vários outros nicks: fbstatic-a.akamaihd.net fbstatic-a.akamai.net, as veze até acho que esse akamai é um espião da presidente Dilma. Saia da minha vida Akamai! Não Aguento mais ver você na praia de Pitangueiras, morra!

Outra coisa que me persegue: toda hora no facebook aparece um dito link chamado "Pessoas que você talvez conheça", quando eu clico, ao olhar a lista eu penso que o nome deveria ser outro: Periguetes que você nunca viu na vida!

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