09/08/15

Usando a hipnose para conversar com gente morta

Que a hipnose habilita muitas funcionalidades criativas e desconhecidas do nosso cérebro, isso todo hipnólogo já sabe, porem nem todos têm a ideia de explorar essas capacidades descobertas a fundo de forma mais criativa.
Recentemente eu vi um professor de hipnose chamado Cris Cabral empreender a comunicação com os possíveis mortos usando técnicas de hipnose profunda. Embora eu não acredite em vida depois da morte porque eu nunca vi um morto falando comigo, eu achei as experiências do Cris Cabral muito interessantes ,eu não me lembro de alguém ter feito isso aqui no Brasil antes, talvez por morarmos em um país muito voltado ao catolicismo, as pessoas  que aqui habitam têm muito medo de falar sobre assuntos ligados à morte.
Pedir ajuda aos espíritas para fazer experiências? Os espíritas kardecistas são muito tacanhas e primitivos ao tratarem esse assunto também, eles endeusam demais os ensinamentos de Kardec, para eles o que o Kardec falou ,está falado , pronto e acabou. Tanto os espíritas como os católicos  criam também uma figura muito romântica , distante e demonizada dos mortos comuns, fazendo assim mais superstições que bloqueiam o entendimento dos fenômenos desconhecidos.
Se um espírita Kardecista saber que estão usando de hipnose para conversar com qualquer morto dentro de casa, logo eles irão condenar o fato dizendo que o cidadão que faz isso está chamando entidades para dentro de sua casa que podem roubar as suas energias alem de podem lhe fazer o mal, para os espíritas, os espíritos comuns só merecem luz, oração e banimento, só. Para tudo que os espiritas não conhecem eles inventam que foi Jesus, eles falam de Jesus mais que protestantes até, então são pessoas muito religiosas que em nada acrescentam a estudo algum quando utilizam os seus dogmas. Sem falar que para um espírita, a maioria das pessoas vão para um local chamado umbral, fechando assim o estudo para outras possibilidades que não sejam aquelas descritas por Kardec.

Todas as pessoas que estudam hipnose sabem que o ser humano predisposto à hipnose pode fazer várias coisas absurdas que normalmente não faria em um estado normal de vigilância: suportar dores, quebrar paradigmas, recordar melhor, voltar ao passado, tentar prever o futuro, fingir ser um demônio, falar com entidades ditas superiores e até conversar com ETs. Agora à essa lista podemos acrescentar a possibilidade de se falar com possíveis mortos que andam em nossas casas sem precisar de orações massantes e rituais esdrúxulos. É a modernidade chegando!

Veja que o Cris Cabral colocou alguns alunos seus em um estado diferente de consciência e saiu perguntando para eles se enxergavam coisas diferentes do normal, se escutavam sons diferentes ou se sentiam coisas estranhas. O mais interessante é que as pessoas viam coisas diferentes não quando o hipnotizador insistia para elas verem mas sim quando os supostos espíritos queriam se comunicar de algum jeito, alguns se manifestavam como espíritos que não queriam falar mas somente escrever, outros relatavam estar em um local muito frio e escuro e nem se quer sabiam que estavam mortos andando sabe-se lá onde.  Teve um aluno de hipnose chamado Solemar que em uma das oportunidades recebeu a alma de uma menina de seis anos chamada Júlia, ela dizia ter se perdido da mãe ao brincar de esconde-esconde  , a menina não sabia como morreu, apenas dizia ter caído em um buraco, ficado toda suja e depois não sabia mais onde estava, a sua mãe chamava Ana e o seu pai Sebastião, a suposta menina toda hora lembrava que sua mãe poderia lhe bater por ela ter sumido de casa. A criança queria voltar para o seu lar e pelo visto não sabia que estava morta pois quando lhe perguntaram sobre isso ela perguntou: Eu estou morta? Eu estou morta? Eu estou morta?

Onde essa suposta criança morava? Ela dizia que morava perto de um cemitério e que sua cidade se chamava aparentemente Sorriso e que possuía duas amigas , Rita e Carol.
Embora a experiência contasse com mais do que um hipnotizador alem do Cris, um homem chato por sinal que tinha vontade de se impor de forma inconveniente, o restante do evento foi muito  interessante e poderia ter sido melhor planejado para se interrogar os supostos espíritos.  O grupo deveria adotar um espírito como padrão para perguntas, algum que aceitasse ser voluntário, mas não, no fim alguns ganharam orações.

A experiência é inconclusiva mas se considerarmos como verdade as situações acima, as pessoas depois de mortas ficam mais abobalhadas e gostam de falar pouco, elas vivem em um local com luminosidade menor que a nossa e um local mais frio. Muitas nem se quer descobrem que morreram, pode ser que cada ser tenha uma experiência diferente ao chegar na morte: uns morrem vendo túnel de luz, outros se veem boiando sobre o corpo, outros parecem ter uma morte tão feia envolvendo traumatismo craniano que não se lembram que morreram. Em fim, acho que mais pessoas que dominam a hipnose deveriam fazer mais testes como esses, sem ficar mandando o espírito embora como se ele soubesse de fato o que é melhor para ele.

Vejam os vídeos abaixo:

1) Experiencia 1

















2) Experiência 2

















3) Experiência 3


















4) Outra experiência
















Sim, mesmo eu não tendo nenhum motivo para acreditar em coisas como vida depois da morte, eu acho muito legal essas experiências, mesmo que pouco conclusivas , afinal elas não seguem tanto o dogmastismo do espiritismo kardecista brasileiro que acredita que todos os espíritos que se prestam a comunicações conosco para comprovar algo são espíritos que merecem ser mantidos longe à base de oração, medo e ignorância no umbral. Muitas experiências de mediuns americanos mostram que esse umbral nem existe, o que pode existir é que a pessoa fique em um local desconhecido qualquer.

Hoje em dia para termos essas experiências , falsas ou não , não precisamos necessariamente frequentarmos um centro espírita kardecista chato onde as pessoas rezam até a língua  cair de tanta câimbra , ao invés disso podemos usar pequenos programas eficientes para termos uma conferência , como o Skype, o Zello, o TeamSpeaker, o Paltalk , em fim, programa é o que não falta. Lembro-me que a famosa hipnóloga Cassyah Faria usa o Skype para fazer hipnose com pessoas que acham ter sofrido abdução. O Cris Cabral usou acima para fazer essas conferências de hipnose, o Hangouts, recurso da rede social Google Plus  que permite conferência de voz , vídeo e compartilhamento de outros recursos usando-se uma conta do Google. O Google Plus é uma rede social  substituta do Orkut para o Google competir com o Facebook, é aquela mesma frescura de ficar postando milhões fotos , mas ao invés de você adicionar pessoas, você as segue, assim como acontece no Twitter.
É Importante lembrar que as conferências do Cris Cabral para falar com gente morta via hipnose , ao vivo é só para alunos dele, para não alunos, o vídeo é disponibilizado sem a oportunidade de interação, os vídeos no Hangout são salvos automaticamente no Youtube e é por isso que nós conseguimos vê-los acima.

Meu conselho: hipnólogos, vamos usar a hipnose para ver gente morta! Vamos abrir grupos no Facebook e outras redes sociais para que as pessoas treinadas façam isso, afinal só uma pessoa no Brasil faz.

Cantinho da perseguição

Eu não aguento mais ser perseguido pelo tal Akamai, esse japonês me persegue com vários outros nicks: fbstatic-a.akamaihd.net fbstatic-a.akamai.net, as veze até acho que esse akamai é um espião da presidente Dilma. Saia da minha vida Akamai! Não Aguento mais ver você na praia de Pitangueiras, morra!

Outra coisa que me persegue: toda hora no facebook aparece um dito link chamado "Pessoas que você talvez conheça", quando eu clico, ao olhar a lista eu penso que o nome deveria ser outro: Periguetes que você nunca viu na vida!

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